quinta-feira, 30 de outubro de 2008

"O único e sua propriedade"



Sinopse


Publicado pela primeira vez em 1844, O Único e a sua Propriedade vê finalmente a luz do dia em Portugal, numa edição que assinala os 25 anos da Antígona.
Depois d’ O Capital de Karl Marx, talvez nenhum outro livro tenha sido tão polémico, alicerçando grande parte da produção teórica, ao nível das ideias filosóficas e revolucionárias, dos últimos 150 anos.
Neste tempo de causas dúbias e obscuras, Stirner emerge do ruído de fundo da História, onde se misturam todas as vozes e vidas, sendo que a vida tem prioridade absoluta e está para além de todas as fórmulas ou instituições enquanto linha divisória que se procura ultrapassar e demolir.
A causa de Stirner funda-se em nada, e este é o repto dirigido a todos os missionários de causas falhadas e tantas vezes sangrentas.

Críticas de imprensa

"Max Stirner, pseudónimo do filósofo alemão Johann Kaspar Schmidt, foi interpretado com um grande teórico do anarquismo individualista, de pendor libertário, no século XIX, sobretudo graças à sua polémica obra O Único e a Sua Propriedade (...) publicada em 1844, que lhe valeria a celebridade e o anátema (...) O livro funcionou como uma poderosa bomba que abalou desde então os alicerces de matrizes tidas por sacrossantas, tais como valores morais, doutrinas sociais, práticas políticas e princípios filosóficos (...) Embora tenha sido um dos pensadores mais originais do seu tempo, cujo sentido crítico foi e é demolidor para com as instituições, Stirner morreu esquecido e na miséria. Actualmente, a sua obra começa, dada a sua perenidade, a ser revisitada."


Vítor Quelhas, In Expresso, 04 de Setembro de 2004


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