quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

MARCELO BIRCK - Rastros de um tempo vertical




Censurar ninguém se atreve
Pra que ninguém diga que o mesmo eu não sou mais
Longa é a jornada e a vida breve
Meu bem, os microfones não mentem jamais

Qual paca tatu cotia
Lúcido a médio prazo, arrasando entre cordas vocais Shá-lá-lá
Pois definiu trocadilhos
Nem buzina que às vezes, fagulhas pra defenestrar Shá-lá-lá

Sombras a secar ao sol / Outros carnavais
Até o Rio GranLiverpool / Desde o litoral
Drible do tamanduá / além de um luar
Rastros do arco-íris azul / e o meu amor / Pétalas de flor Ouou

Quatro caras cabeludos revolucionando todo mundo
Com seu jeito de cantar
Plugados em amplificadores mil acordes mil amores
Timbre, tom, ruído, ritmo pelo mundo a se alastrar sha-lá-lá

 Sombras a secar ao sol / Outros carnavais
Até o Rio GranLiverpool / Desde o litoral
Drible do tamanduá / além de um luar
Rastros do arco-íris azul / e o meu amor / Pétalas de flores são quase o som
Deste tempo vertical

Nenhum comentário: